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Banqueta Industrial – Origens e curiosidades

Quando estudamos a história dos egípcios e dos hebreus, por volta de 2000 a.C. vemos imagens de construções destes povos dotadas de degraus, que além da mobilidade para diferentes níveis através de superfícies planas (que facilitam a mobilidade, ao invés de terrenos irregulares) eram usadas por estes povos para decorar mausoléus, túmulos e monumentos. Em Atenas, por volta do século X a.C. são documentadas as primeiras casas com escadas fixas, sendo estas escavadas na terra e, móveis, feitas em madeira. Com o avanço das técnicas construtivas, surgiram construções com mais níveis de habitação e assim, surgiram escadas construídas com pedras que, algumas vezes eram símbolos de ostentação e poder.

No entanto, com a evolução da humanidade, as escadas além do papel decorativo, foram ganhando espaço no que tange a maximização dos espaços, permitindo que em um terreno reduzido sejam construídas ocupações verticais que abriguem mais pessoas do que as construções horizontais, tendo papel extremamente importante nos grandes centros urbanos. Na indústria a escadas podem ser sinônimo de economia, pois a verticalização dos estoques pode reduzir custos de armazenamento e em algumas situações a escada é agente ativo desta verticalização, também.

Ainda falando historicamente, a revolução foi precursora do desenvolvimento de várias tecnologias, da sociedade e normas trabalhistas, sendo a partir da Revolução Industrial que surgiu a preocupação com as condições de saúde, higiene e segurança no trabalho. Esta preocupação, além de trazer conforto para o trabalhador, age diretamente na produtividade e na qualidade do produto ou serviço oferecidos. E a escada também entra neste contexto histórico evolutivo. Ela ganha padronizações e itens de segurança para garantir a integridade de quem utiliza este objeto, sendo elas fixas ou móveis.

Dentre tantos tipos e modelos de escadas, delas derivam as banquetas industriais. Estas banquetas, antes de falarmos do ambiente industrial, mas ainda falando da atividade laboral, são muito comuns em consultórios médicos ou clinicas estéticas, para os pacientes acessarem as macas de trabalho ou diagnósticos. Na década de 80 e 90 estas banquetas eram feitas em ferro (pesadas) e com degraus revestidos em borracha preta. Eram comuns nas farmácias também e nas igrejas, que ainda podem ser vistas (e são relíquias), fabricadas em madeiras nobres e decoradas com gravuras entalhadas.

Hoje devido a normas ambientais aliadas a evolução da engenharia dos materiais, estas banquetas são fabricadas em ligas de alumínio, extremamente leves, resistentes e ainda sim despojam de certo charme, podendo ser usadas na indústria, no comercio, no consultório médico ou na farmácia. Mas com uma outra roupagem, hoje elas oferecem acesso a lugares mais elevados com ergonomia e segurança. O passar do tempo trouxe para as banquetas mais atributos, pois além de darem acesso a áreas elevadas, fornecem preocupação com o ser humano que a utiliza, tanto no que tange redução de riscos, quanto ao meio ambiente, pois estas escadas em ligas de alumínio além de duráveis, quando descartadas podem e devem ser recicladas, ganhando uma nova utilidade.