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Diferenças: Escada Extensível vs. Escada Extensiva Móvel

Apesar do título, os dois modelos, oferecidos pela Alustar, mantidas as proporções dimensionais, se assemelham bastante. De fato, ambas podem ser consideradas móveis, embora a Escada Extensível seja mais simples, mas com mobilidade sujeita ao transporte suspenso (manual). A diferença que mais chama atenção consiste do fato de a escada extensível depender de apoio em paredes, muros, cercas, containers, etc.. Já a escada extensiva móvel incorpora toda uma estrutura de suporte, junto com recursos de rolagem, que a tornam indicada para tráfego em locais de acesso e serviço verticalizados, praticamente sem dependência de infraestrutura vertical.

Extensividade

Nos dois modelos, é uma corda que possibilita definir o ponto a ser alcançado. Mais simples, a escada extensiva chega quase a dobrar de comprimento.

Importante: Embora a NR-35 descreva minuciosamente o trabalho em altura e os cuidados por adotar, de fato basta uma queda da própria altura para que um ser humano sofra acidente. Assestar e ancorar escadas móveis exige conhecimento, mas prática também é bem-vinda. Além disso, EPIs adequados são essenciais para se subir numa escada. Algumas empresas adotam a filosofia da tolerância zero: caso seja visto subindo o primeiro degrau sem algum item essencial (ou usado indevidamente), o funcionário é desligado da empresa ou da função.

A escada extensiva móvel possui uma estrutura que visa estabilizar o conjunto, que se desloca sobre rodízios excêntricos de rotação livre, o que facilita o paralelismo à direção do deslocamento, reduzindo os esforços para a movimentação. Uma vez atingida a posição desejada, as rodas são anuladas por sapatas, inibindo a mobilidade horizontal. Outra diferença fundamental é a existência de uma plataforma de acomodação do operador no alto da estrutura, o que, em conjunto com guarda-corpo denota indicação para ocupação confortável do recurso durante períodos prolongados.

Duralumínio

Já se passaram várias décadas desde que o Alumínio como metal puro deixou de ser produzido. Em seu lugar, foram desenvolvidas diversas ligas, que incorporam a baixa densidade do Alumínio com resistência mecânica de outros metais. No caso do Duralumínio, estes metais adicionais são o Cobre, o Magnésio e o Manganês, às vezes também o Silício. Descoberto em 1906, demonstrando dureza elevada, o Duralumínio traz na formulação mais de 90% de Alumínio, conservando deste a baixa densidade. No caso das escadas móveis e semi-móveis, como as descritas acima, o Duralumínio vem substituir estruturas de madeira, comuns até meados do século passado, ou de Ferro, às vezes encontradas em escadas de pequeno porte, otimizando deste modo a portabilidade.

Estabilidade

A despeito da treliça de estabilização, o conjunto da escada, mesmo no caso da escada extensível, apresenta massa relativamente reduzida. A ascensão de um operário desloca massa de porte comparável para o alto da estrutura. Deste modo, todo cuidado deve ser adotado no tocante aos esforços que serão exercidos, principalmente com resultante segundo a horizontal, o que pode resultar um momento, provocando rotação do conjunto sobre as bordas das sapatas. Quanto maior o comprimento da escada, menor é o esforço necessário para desestabilizar o conjunto. Por este motivo, serviços braçais envolvendo esforços exigem conhecimento da estrutura a ser trabalhada, e pontos de fixação para atrelamento do operador, evitando transferir esforços para a escada.

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