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Escadas Residenciais

A invenção das escadas perde-se nas areias dos tempos, embora haja certa unanimidade de que seu uso tenha começado no Egito antigo, cerca de 40 séculos atrás, com o início das conhecidas, gigantescas construções faraônicas. As escadas de alvenaria como as conhecemos hoje datam de cerca de 1.000 AC, usando padrões pouco conservados durante a Idade Média, mas reincorporados como elementos arquitetônicos no período barroco. Hoje, diversos estilos de escadas de alvenaria cumprem a função de alternativa para subir ou descer dezenas de andares por iniciativa puramente fisiológica.

Já as escadas sumárias, de madeira ou de cordas, existem há mais de 5.000 anos, usadas na época em embarcações fenícias. Desde aqueles tempos, até o século XX, pouca coisa pode ter evoluído, mas novas técnicas de produção de ligas metálicas e componentes originaram as modernas escadas residenciais metálicas.

Produção em escala

O século XIX protagonizou o desenvolvimento da metalurgia moderna, que durante o século XX foi refinada, com o advento de ligas especializadas conforme a aplicação, e de acabamentos variados, baseados em deposição química. Até meados da década de 1.950, escadas residenciais e para uso em trabalhos requerendo grande mobilidade eram feitas de madeira. Isto começou a mudar à medida que ocorreu a conscientização quanto aos problemas de desmatamento. A madeira subiu de preço, tornou-se um material mais nobre. Não bastasse, vantagens técnicas viabilizaram a produção de escadas residenciais em metal: soluções de usinagem e montagem em metal superaram as disponíveis para trabalho em madeira, além de resultar produto mais leve e com melhor acabamento. Nessa ocasião, os conceitos desenvolvidos por Henry Ford, de linhas de produção e fabricação em escala, proporcionaram produtos em abundância e a custos acessíveis, popularizando utensílios como liquidificadores, televisores, além de escadas residenciais para uso doméstico, e também comercial e em prestação de serviços.

Leveza

Quem na atualidade está acostumado com escadas residenciais metálicas geralmente é pego de surpresa ao tentar manobrar uma escada de madeira: pesando dezenas de quilogramas, possui centro de gravidade elevado, exigindo esforços limítrofes à capacidade muscular humana, o uso da massa corpórea total para obtenção das reações esperadas, e para o controle do movimento. Este é um importante fator de fadiga, que reduz a produtividade e limita o acesso aos serviços que dependem de escadas residenciais. Assim foi até o advento das escadas metálicas.

Geralmente, os degraus das escadas de madeira são encaixados e colados nos montantes, o que exige inclusive a inclusão de varetas de aço, que impeçam o desmonte do conjunto. Além isso, a estrutura fica na dependência da integridade da cola e da própria madeira, que sempre está sujeita a infiltração de umidade e, por se tratar de matéria prima orgânica, está sujeita a apodrecimento e a ataques de pragas. Não bastasse, a madeira sempre pode rachar ao longo das fibras. Assim sendo, escadas de madeira exigem frequentes exames, em busca de rachaduras e defeitos, além de exigir periodicamente envernizamento e tratamento, contra fungos e cupins.

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